quinta-feira, 28 de maio de 2009

Rosas

Quando nascemos, na manhã da vida,
Se nos deparam rosas nos caminhos…
Rosas de amor, na virginal guarida,
Rosas sem par e rosas sem espinhos.

Depois, andamos nos sertões maninhos,
À cata de uma rosa fenecida…
E na luz, e na voz dos passarinhos,
Há sempre rosas de uma dor sentida!

Mas… quantas rosas, quantas… quantas rosas
Morrem de amor e morrem de despeito,
No remanso das tardes vagarosas…

E depois que morreres, no teu leito,
Hás de levar, em profusão de rosas,
Rosas no coração, rosas no peito!

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